quinta-feira, 9 de julho de 2009

Melodia;

It's only just a crush, it'll go away; it's just like all the others it'll go away or maybe this is danger and you just don't know. You pray it all away but it continues to grow.

Melodia;

The lights, they glow sideways and up and down, the beat takes you over and spins you round. Our hearts steady-beating, the sweat turns to cold. We're slaves to the DJ and out of control .

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Creio;

Eu queria poder fazer as pessoas acreditarem na vida e ter forças para lutar por ela; queria fazer o mundo acreditar que sim, a vida vale a pena, cada instante dela mesmo os momentos de dor e perda valem a pena. Cada suspiro que você deu até hoje, cada lágrima que derramou, cada vez que o seu coração foi quebrado, cada decepção, cada mentira, cada dor: tudo valeu a pena.

domingo, 5 de julho de 2009

Melodia;

I close my eyes on the dance floor and forget about you; I lose myself in flashing colors. I've gotta see it through.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

;

[...] E então o príncipe encantado nunca apareceu para salvar a princesa...
The End.

Vampires will never hurt you;

Sangue! Como não havia pensado nisso antes?! Toda sua insaciável sede, todo o seu incontrolável desejo – cruzando os limites até chegar a luxúria, toda a vontade incontestável se resumia a apenas o fluido rubro. Era tão intenso todo aquele desejo que ele podia sentir o cheiro das hemácias, as vibrações que elas provocavam ao se locomover lentamente pelas veias de seu vitima, o som de sua existência no corpo da mulher, o gosto único de cada uma, o cheiro enlouquecedor e incomparável. Tremeu subitamente ao olhar nos olhos dela – tão imaculada, inocente e frágil. Como conseguiria matá-la sem sentir culpa? Como conseguiria reunir forças para colocar para fora toda sua compaixão e remorso? Ela estava ali bem abaixo de seu corpo respirando descompassadamente – medo ou luxúria seria a causa dessa respiração tão errônea e ofegante? – sem que nada pudesse ser capaz te tira-la de lá. Ela tinha o que ele ansiava, tinha o fluido de que ele necessitava para sobreviver e conseguir calar o animal feroz dentro dele que gritava por aquilo, capaz de apagar todo o desejo em sua garganta. Mas não... Não podia! Não devia! Por mais saboroso e tentador que fosse ele não seria capaz de matar para obter o que mais desejava. Era errado, era frio e não era humano, mas... O que ele era agora? Se ele ansiava por aquilo então de alguma forma ele não era mais humano. Humanos não desejam sangue, humanos não sentem as hemácias no fluido rubi! Então o que ele era? Um monstro? Um monstro que necessitava de sangue! Um vampiro? Vampiros eram lendas, histórias criadas para assustar crianças a noite. Suspirou: a vontade estava ficando mais forte era quase impossível controlar. Precisava, a cada segundo, mais e mais do sangue dela. Necessitava a tal ponto que não se via capaz de imaginar sua existência sem o seu objeto de desejo – igual a homens ambiciosos ou possessivos ele não conseguia se projetar no futuro sem o que mais almejava. Era tarde demais para recusar, pois já a tinha ali imóvel: bastava um pequeno gesto para que todo o desejo gritante fosse silenciado. Mordeu lentamente seu pescoço enquanto a mulher gemia silenciosamente – estava incapaz de gritar? Estava tão hipnotizada e fascinada com a beleza dele que se encontrava em tal estado deplorável no qual ela não conseguia gritar para expressar sua dor? Sugava lentamente degustando cada milímetro do fluido – então, talvez, ele devesse sugar o bastante para saciá-lo e não matá-la, mas como?! Ele não se via em uma situação confortável onde pudesse parar. Não! Ele não podia parar! Cada parte que entrava em sua garganta, cada hemácia, cada milímetro entrando gritava por mais. Sua mente estava descontrolada, ela gritava “não pare!” e ele não parava. Sugava mais forte a cada instante, queria aquilo, iria até o fim para conseguir até a última gota, se afogaria em toda a extensão do sangue até que seu corpo transbordasse, até que sua sanidade quebrasse a tênue linha que a separava da loucura. Nem todo o sangue era o bastante! Ele tinha que ultrapassar o bastante, tinha que obter além do “todo”. Era fogo! Brasa! Queimava seus instintos e boca! Não queria parar, não conseguia parar! Sangue...Era tudo o que ele almejava.
***
Retirou a boca do pescoço da garota morta e suspirou ao encarar o cadáver “que tipo de monstro eu sou?”

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Without;

Mas como você espera que eu consiga viver assim, como se eu conseguisse respirar o ar ao redor de mim. Como você pode pensar que eu consigo aspirar algo além das lembranças suas, como você pode pensar que eu consigo continuar em frente quando tudo nesse mundo soa como um atalho até você. E quanto mais eu penso que vou conseguir te deixar partir, mais eu sinto você perto de mim; eu preciso sair daqui porque você ficou e eu parti.
Nada nesse mundo soa correto é totalmente incerto, irrelevante e incoerente – será que você pode vim para acertar as coisas para mim? Já é difícil o suficiente ter que passar todos esses anos sem um traço seu no meu caminho, mas eu ainda preciso ir mais fundo até que eu possa merecer o paraíso ao seu lado. Mas é que qualquer lugar existente – até mesmo esse inferno disfarçado de mundo – se tornaria o Céu com a sua presença.
Quanto mais tempo vai demorar? Todos os segundos são como uma eternidade. Apareça, nem que seja só para ver como eu estou, e torne tudo pelo menos suportável porque a vida no inferno não é tão aceitável quanto parece.