quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Confusão;

[...] E aquela confusão era eu, era eu, era eu. Não importava o quanto me esforçasse para parecer equilibrado, a preocupação com minha própria imagem perante aos outros me tornava uma grande bagunça - não podia admitir do que gostava para não soar errado. De tanto me preocupar com o erro, tornei-me um. [...] Ninguém entenderia: eu estava preso em um tufão de idéias evitadas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Creio;

Quero partir daqui e nunca mais voltar; fazer do mundo o meu lar. Andar a passos largos e rápidos para me ver livre dessa cidade.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Creio;

O que é o paraíso para você?

Melodia;

You... Your sex is on fire
Hot as a fever, rattling bones
I can just taste it, taste it

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Guimarães;

Doçura de estar só quando a alma torce as mãos!Doçura que tu, Silêncio, unicamente sabes dar a quem sonha e sofre em ser o Ausente, ao lento perpassar destes instantes vãos! Doçura de estar só quando alguém pensa em nós! De amar e de evocar, pelo esplendor secreto e pálido de uma hora em que ao Seu lábio inquieto floresce, como um lírio estranho, a Sua voz!

domingo, 1 de novembro de 2009

Melodia;

Embora não tenha te visto há tanto tempo, penso em você às vezes. Foi algo que ficou em mim, algo que nunca desapareceu completamente. Droga, droga, droga, teria sido você. Eu tive a chance de novo - será que eu voltaria no tempo se eles me desse uma outra chance? Todos os sinos, coros, todos os órgãos do Céu teriam sido para nós; todos os tambores e trompetes; todas as histórias: todos ao mesmo tempo. Mas o romance era tão curto, foi algo que eu deveria ter entendido: chances como essa só vem uma vez, nunca duas. Droga, droga, droga teria sido você (o meu verdadeiro amor).

Creio;

Às vezes não se precisa entender, apenas sentir. Como uma música inteligível, por estar em outro idioma, ou uma sinfonia erudita sem letra: a vibração emanada nos conta muita mais do que mil palavras. Os sentimentos humanos são perceptível atráves de qualquer meio de expressão: propagado pelo ar, como a música, ou simplesmente eternizado em palavras, posta na literatura. Essa tendência de entender o outro, sem necessitar de um diálogo coerente, nos faz sentir.